Vista aérea do conjunto de painéis solares e bombas na Paturi Piscicultura, em Terra Roxa-PR
Vista aérea do conjunto de painéis e bombas

Resultado

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Mais vazão de água nos tanques

Estabilidade na operação, com redução da subtensão da rede elétrica local

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Economia de energia

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Acionamento remoto das bombas via IoT

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Aferição de consumo dos equipamentos em tempo real

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Monitoramento online do retorno do investimento

A solução

É um projeto piloto para as pisciculturas da região. Foi projetada pela Burtet Engenharia com equipamentos fornecidos pela Vertys:

  • 3 bombas de 15cv
  • 84 painéis solares de 620W (~52 kWp), divididos em 3 conjuntos
  • Sistema off-grid: as bombas operam direto com energia solar, sem depender nem injetar na rede da concessionária
Conjunto de inversores e bombas solares instalados na lagoa da Paturi Piscicultura
Estação de bombeamento: inversores e bombas em operação
Sem burocracia de geração distribuída: por não se conectar à rede elétrica, o sistema não se caracteriza como geração à revelia, nem caracteriza uma divisão de central geradora.
Vista aérea dos tanques de piscicultura e do segundo conjunto de painéis solares na Paturi
Segundo conjunto de painéis, entre os tanques de produção

O caso em números

R$ 135 milinvestimento aproximado
<20 mesespayback estimado
3 × 15cvbombas 100% solares

A instalação em campo foi executada por uma empresa de confiança do proprietário da Paturi.

Vídeo do projeto

Por que bombeamento solar

Bombeamento solar resolve um problema estrutural de quem opera longe de uma rede elétrica robusta: irrigação, piscicultura, bebedouros de animais e agroindústria dependem de água constante, e a instabilidade ou o custo da energia elétrica compromete a produção. Ao acionar a bomba direto pela energia solar, sem conexão com a rede, o produtor ganha previsibilidade de custo e reduz o risco de perda de produção por queda de tensão, frequência ou falta de energia.

Por não injetar nem consumir energia da distribuidora, um sistema de bombeamento solar off-grid também evita boa parte da burocracia de um projeto solar conectado à rede, já que não entra nas regras de compensação de energia nem exige o processo completo de homologação junto à concessionária.

Escrito por

Leonardo Alan Burtet

Engenheiro eletricista, CREA-PR 186348/D

Formado pela UTFPR. Projetos fotovoltaicos, BESS, bombeamento solar e homologação com responsabilidade técnica em todo o Brasil. LinkedIn →